::Perfil::
Nome: Luíza Lenardt Quadrado
Nasci: 31.01.83
Cidade: Curitiba, PR
::Contato::
Email: ajs_mistress69@hotmail.com
MSN: ajs_mistress69@hotmail.com
My Space: www.myspace.com/lujack
Orkut: Luíza Lenardt Quadrado
::Au Pair::
O que é: É um programa de intercâmbio cultural aprovado pelo governo americano, que oferece a oportunidade de morar 1 ano nos USA, trabalhando e estudando. A Au Pair será recebida como membro de uma família americana, participará de seu dia-a-dia, cuidando de seus filhos, vivenciando uma nova cultura e aperfeiçoando seu inglês.
O Estudo: É obrigatório fazer pelo menos 6 créditos, cumprindo a carga horária e sendo aprovado pelo menos com nota C.
Pré-requisitos:
* Ter entre 18 e 26 anos;
* Conhecimento intermediário de inglês;
* Gostar de crianças;
* Ter concluído o Ensino Médio;
* 200 horas de experiência com crianças;
* Carteira de motorista.
Benefícios:
* Remuneração de US$ 139,05 por semana;
* Bolsa de Estudos de US$ 500;
* Passagem Aérea subsidiada;
* Férias remuneradas de 2 semanas;
* Um dia e meio de folga por semana, sendo um fim de semana livre por mês;
* Acomodação em casa de família, em quarto privativo, com refeições;
* 4 dias de treinamento, na chegada aos USA, em NY;
* Seguro Saúde;
* Suporte 24 horas durante o programa.
Preço:
* Taxa de Inscrição: US$ 95
* Programa: US$ 400
* Depósito Reembolsável: US$ 100.
Manual Au Pair Preguiçoso
::Meu Processo::
Agência: EF Cultural Care
Orientadora: Florinda
Entrega do Dossiê: 11/10/05
Dossiê em Boston: 12/10/05
Pré-match: 25/11/05
Match oficial: 01/12/05
Dia V: 06/01/06
Embarque: 22/01/06
Estava em: Arlington, MA
Mudei com hosts pra: Bala Cynwyd, PA
2º ano: Henderson, NV
::My hostfamily::
Jackie - Hostmother:

Max - Hostfather:

Mateo - 1 ano e 4 meses:

::Sites DC / 3T / Mike::
DC Brasil
DC Brasil - flog
Michael Jackson
Taj Jackson
::Blogs de Au Pairs::
Ana Paula - Bala Cynwyd, PA
Bela - em processo
Fer - McLean, VA
Vania - Southborough, MA
::Gosto::
Fer - Fotolog
Fran - Flog
Isa - Fotolog
Isabella - Fotolog
Isabella - Blog
Lucas - Blog Real
Marcel - Blog
Sandro - Blog
::Receitas::
Guia Vegan - Site
Flog Vegan - Flog
Receitas da Re - Multiply
Low Fat Vegan - Site
Cinara - Blog
Eliana - Blog
Las Vegas, NV:

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[Quinta-feira, Junho 19, 2008]
Alguém me ensina a viver. Paga-se bem.
Quase oito meses que estou de volta e pelo menos 7 deles eu tenho passado meu tempo livre sozinha em casa.
No começo tava tudo bem, nunca fui de fazer mimimi por causa de companhia. Silêncio ou música rock.my.socks.
Mas hoje é um daqueles dias de mulherzinha em que eu penso em tudo e acabei pensando nisso. Isso não é normal. Minha solidão não tem como ser normal. Ok se eu não me sinto mal (geralmente até bem) com isso, mas que não é normal, ahhh, não é.
Não resta dúvidas que amigo eu não tenho. Não pra sair. Meus amigos se resumem aqueles que me mandam mensagens eletrônicas de vez em nunca e me vêem uma vez por ano, tipo naquela festa de aniversário chatíssima de um conhecido mais distante.
Aí tem aqueles raros que ainda vejo uma vez por mês e olhe-lá.
De resto, sobra só meu amigo silêncio, minhas amigas músicas, meus amigos livros, minha soulmate internet... Como diz....? Autista.
Pois é, não é normal essa falta de pessoas na minha vida.
Devo me preocupar? Mas não tava bom assim?
Será que pra ter pessoas é preciso falar? Mas eu não gosto de falar. Como faz?
o.O
Ouçam o Cory. Minha melhor companhia nos últimos tempos.
Por Luíza - 8:43 PM
[Terça-feira, Junho 10, 2008]
Talvez o segredo da longevidade dos dinossauros seja sua estupidez
Acho que nunca comentei aqui, mas se tem um homem para o qual eu pago o maior pau no mundo é o Marcelo Gleiser. Na minha adolescência, eu lia a Folha de S.Paulo e ele escrevia sobre ciência. Eu adorava pq sempre pirei em saber mais sobre astronomia e tudo que fosse relacionado ao Universo.
Hoje em dia ele ainda escreve pra Folha, mas os assuntos estão mais diversos. Atualmente, creio que ele ainda seja professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA). Vou deixar aqui um artigo dele q deixa a gente se sentindo exatamente como o nada que somos. Ajuda a nos colocarmos no nosso devido lugar perante as demais formas de vida que passam pelaTerra.
INTELIGÊNCIA SELETIVA
Marcelo Gleiser
Uma das confusões mais comuns quando se discute o processo de seleção natural proposto por Charles Darwin é a afirmação de que a evolução das espécies marcha em direção à complexidade crescente, isto é, que a vida tende a criar animais cada vez mais complexos, como se tivesse um plano. O perigo de tal afirmação é -fora o fato de estar definitivamente errada- que ela põe o ser humano no ápice da criação: nós como objetivo final da vida. Nada mais conveniente para alimentar o discurso dos criacionistas, que diriam que, como a complexificação da vida leva invariavelmente aos humanos, não há dúvida de que somos mesmo a imagem de Deus.
Pensemos nos dinossauros. Os primeiros surgiram no Período Triássico, há 230 milhões de anos. Pelo menos esses são os fósseis mais antigos, aliás achados no Brasil e Argentina. Dada a sofisticação de seus esqueletos, muito provavelmente seus primos reptilianos já existiam bem antes disso.
É sempre bom lembrar que o registro fóssil é necessariamente incompleto, já que é impossível recuperar todas as espécies que viveram há centenas de milhões de anos. De qualquer forma, lá estavam eles, dominando a cadeia alimentar por dezenas de milhões de anos. Os últimos dinossauros são encontrados há 65 milhões de anos, a data da gigantesca colisão de asteróide que selou o destino dos grandes répteis e de mais de 40% da vida na Terra. Arredondando, para simplificar, se os dinossauros surgiram há 250 milhões de anos e sumiram há 50 milhões, viveram por mais ou menos 200 milhões anos. Nada mau, comparado ao nosso 1 milhão.
Se os dinossauros sobreviveram por tanto tempo, podemos supor duas coisas: ou eram muito mais inteligentes do que imaginamos ou inteligência não é necessariamente o caminho da seleção natural. Em outras palavras, a vida não leva necessariamente à inteligência. Examinemos a primeira hipótese, a de que os dinossauros talvez fossem brilhantes e, por isso, sobreviveram por tanto tempo. Análises dos fósseis de dinossauros demonstram que não eram particularmente inteligentes. Suas caixas cranianas eram pequenas comparadas ao seu tamanho, e não há evidência de córtex frontal avantajado. Também não são encontrados artefatos junto aos ossos petrificados. A conclusão é que não eram mais inteligentes do que uma sucuri ou um jacaré.
A longa existência dos dinossauros e a ausência de qualquer indicação de que tivessem inteligência superior demonstra que a vida não tem um plano que leva necessariamente à inteligência. De fato, a seleção natural não tem nenhum plano. Ela é completamente acidental, levando simplesmente à preponderância das espécies que têm maior facilidade de sobreviver em determinadas condições. Quando essas condições mudam, espécies que antes estavam bem adaptadas podem desaparecer. Por exemplo, se a temperatura do planeta cair rapidamente, animais de sangue frio, como os répteis, terão dificuldade de sobreviver. Caso a temperatura aumente drasticamente, serão os animais peludos e de sangue quente que sofrerão mais.
Sempre fico angustiado quando vejo um São Bernardo na praia de Ipanema em pleno verão.
Se estamos aqui há menos de um milhão de anos, temos um grande desafio pela frente. Dado o que já fizemos com o nosso planeta, não é óbvio que iremos sobreviver por tanto tempo quanto os dinossauros. Se a inteligência leva ao domínio sobre as outras espécies e a um maior controle sobre as flutuações climáticas, ela cria novas ameaças. Talvez o segredo da longevidade dos dinossauros seja justamente a sua estupidez.
Por Luíza - 12:52 PM
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